Empregos e moradias precisam estar próximos

Esquerda
 

A Plataforma 2018: Brasil do Amanhã debateu Mobilidade Urbana e Cidades Inteligentes na noite de 11 de junho de 2018, no auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Na ocasião, o economista Claudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria, apresentou os custos para o país da imobilidade urbana e defendeu ações políticas coordenadas, a taxação do automóvel para financiar o transporte público e o uso da tecnologia para a participação popular na cobrança sobre as autoridades.

Segundo ele, a solução para termos cidades mais inteligentes, do ponto de vista urbanístico, é integrar e aproximar emprego, serviços, moradia. "As pessoas precisam morar mais perto de seus empregos e dos serviços, de tal maneira que se reduza o tempo de deslocamento. Só que nem sempre isso é possível. Então, deve-se pensar também em melhorias na mobilidade. É preciso privilegiar o pedestre e o transporte de massa e pensar em ações integradas em âmbito metropolitano – por exemplo, bilhete único, multimodal, integração dos modais", sugeriu Frischatk. 

2018: Brasil do Amanhã - Cláudio Frischtak