Desenvolvimento deve acompanhar trilhos do trem

Esquerda
 

A Plataforma 2018: Brasil do Amanhã debateu Mobilidade Urbana e Cidades Inteligentes na noite de 11 de junho de 2018, no auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Na ocasião, Henrique Silveira, coordenador-executivo da Casa Fluminense, adotou um ponto de vista local em sua exposição. Mais especificamente, ele se posicionou na periferia da região metropolitana carioca (no Grande Rio vivem 75% da população do estado). E sua preocupação foi a melhor distribuição dos empregos, que estão concentrados em um setor da capital.

Para ele, está faltando fazer uma agenda de desenvolvimento urbano, econômico e social para a periferia metropolitana na próxima década, para ali levar emprego e renda. E essa agenda de desenvolvimento urbano precisa seguir o traçado do trem.

"Precisamos requalificar o entorno das estações de trem, para juntar oportunidade de transporte, habitação, trabalho e renda no mesmo espaço. Precisamos também conjugar a agenda ferroviária com toda a agenda de transporte ativo – bicicletas e pedestres", afirmou.

2018: Brasil do Amanhã - Henrique Silveira